Preços dos alimentos voltam a cair e seguram inflação

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) é medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo (Imagem: Arquivo/Agência Brasil)

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) é medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) de São Paulo (Imagem: Agência Brasil)

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, desacelerou na segunda quadrissemana de novembro ao atingir alta de 0,30%, ligeiramente inferior ao avanço registrado na primeira prévia do mês (0,33%). Esse resultado reflete, principalmente, o recuo médio de 0,58% no grupo alimentação. No último levantamento, os itens alimentícios tinham apresentado queda de 0,41%.

Também ajudaram a segurar o avanço inflacionário os grupos transportes, com variação de 0,67% ante alta de 0,72%, e saúde, que passou de 1,05% para 0,53%. Além disso, o grupo educação ficou quase inalterado, com variação de 0,10% ante 0,11%. Em vestuário, a taxa manteve-se estável em 0,49%.

Ocorreram elevações em habitação (de 0,35% para 0,41%) e despesas pessoais (de 1,05% para 1,1%).

O levantamento da Fipe refere-se às oscilações de preços dos bens e serviços consumidos pelas famílias com renda mensal entre um e dez salários mínimos.

Agência Brasil

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