Brasil e EUA estreitam acordo para indústria da defesa

Parceria visa estabelecer uma agenda de interesse comum para as bases industriais de defesa dos dois países.

Parceria visa estabelecer uma agenda de interesse comum para as bases industriais de defesa dos dois países.

Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos assinaram, nesta sexta-feira, 30, uma carta de intenções para intensificar o diálogo entre as indústrias de defesa dos dois países e aumentar o fluxo comercial nesse setor.

O documento foi firmado pelo secretário substituto de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Abrão Neto, e o secretário de Produtos de Defesa, Flávio Basílio, e, do lado norte-americano, pelo Secretário de Comércio Internacional, Kenneth Hyatt, e o Diretor Principal para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Gabinete do Ministro de Defesa para Política, John Kreul.

A carta reforça o interesse de Brasil e Estados Unidos em aprofundar as ações que possam fortalecer a parceria entre os governos e setores privados dos dois países, como a remoção de impedimentos ao comércio bilateral e a investimentos em defesa.

Como explicou Neto, o documento poderá trazer, em breve, resultados pragmáticos no comércio de material de defesa entre os dois países.

“O MDIC e o Departamento de Comércio dos Estados Unidos têm um diálogo comercial, o MDIC-DoC, que neste ano completa dez anos. A parceria na área da defesa pode trazer benefícios para cooperação entre as indústrias brasileiras e norte-americanas e para a promoção do comércio e investimento no setor”, disse.

A assinatura do documento ocorreu no evento “Diálogo da Indústria de Defesa Brasil-EUA”, realizado pelo MDIC e os ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, em parceria com os Departamento de Comércio, de Defesa e de Estado do governo norte-americano.

O encontro buscou ampliar a parceria dos dois países e estabelecer uma agenda de interesse comum para as bases industriais de defesa. Foram abordados temas como a certificação de produtos de defesa, mecanismos de exportação e projetos prioritários, que possam se consolidar em negócios para as indústrias das duas nações.

Portal Brasil

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