O secretário de Estado dos EUA chega em Bagdá para buscar saída para conflito

O secretário de Estado dos EUA foi recebido por premier do país

O secretário de Estado dos EUA foi recebido por premier do país

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, chegou nesta segunda-feira (23) em Bagdá, capital do Iraque, em uma visita em meio aos conflitos entre os rebeldes jihadistas e as forças do governo.

A missão de Kerry tinha sido anunciada pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Barack Obama, no âmbito dos esforços para buscar uma saída para o conflito.

Kerry foi recebido pelo primeiro-ministro iraquiano Nuri al Maliki na capital iraquiana, o encontro foi organizado para discutir a proposta dos EUA de criar um governo iraquiano “inclusivo” e que considere as instancias de amplos setores da comunidade sunita, contrária ao xiita Maliki e em parte solidária com a insurreição dos extremistas armados jihadistas.

A situação no Iraque e a revolta jihadista é “absolutamente preocupante para os europeus que apóiam com força a necessidade de um governo inclusivo considerado como absolutamente fundamental para combater os extremistas”, declarou o ministro britânico das Relações Exteriores, William Hauge, antes do Conselho dos ministros das Relações Exteriores da União Eruopeia (UE) em Luxemburgo. Para ele o problema no Iraque é “político e de segurança”, mas se mostra prudente em relação a uma possibilidade de uma intervenção e destaca a necessidade de uma “unidade política entre os xiitas e os curdos”.

Violência

Nas últimas horas foram encontrados cerca de 70 corpos ao sul de Bagdá com tiros de armas de fofo na cabeça, que pertenceriam a presos, informou a televisão árabe Arabiya, que cita fontes policiais. O governo do Iraque também anunciou que centenas de soldados teriam sido decapitados e enforcados em Salahaddin, Ninive, Diyala, Kirkuk e em regiões sob controle de militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Isis, na sigla em inglês). A informação foi passada por Qassem Atta, porta-voz de segurança do premier iraquiano, Nouri Al Maliki.

Fonte: Ansa Brasil

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