Obama estuda ação militar para conter jihadistas

 

No entanto, a Casa Branca descartou o envio de tropas

No entanto, a Casa Branca descartou o envio de tropas

Em resposta ao avanço dos rebeldes jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (Isis), o presidente norte-americano, Barack Obama, disse que o governo iraquiano vai precisar da ajuda dos Estados Unidos para conter o grupo extremista. Segundo o mandatário, os EUA estão trabalhando para identificar o modo mais eficaz de intervir e atuar no país.

“O Iraque está claramente em uma situação de emergência. Não excluo nenhuma hipótese”, declarou Obama, acrescentando que está pronto inclusive para uma ação militar, caso os seus interesses em matéria de segurança sejam ameaçados. No entanto, pouco depois, o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, declarou que os Estados Unidos “não estão contemplando o envio de tropas”. Já o presidente da Câmara dos Deputados norte-americana, o republicano John Boehner, disse que Obama está “cochilando” e demorando para agir.

Ontem (11), membros do Isis, organização considerada radical até pela Al Qaeda, capturaram centenas de policiais na cidade de Tikrit, ao norte de Bagdá. Além disso, cerca de 50 cidadãos turcos estão sendo mantidos como reféns pelos jihadistas no município de Mossul, que está sob o controle do grupo fundamentalista. Por outro lado, Tikrit está dividida entre os rebeldes e as forças do governo, que bombardeou nesta quinta-feira (12) a parte comandada pelos milicianos.

O Isis também pediu para os seus manifestantes avançarem sobre Bagdá, instando-os a derrubar o primeiro-ministro do Iraque, Nouri al-Maliki, chamado de “incompetente”. O governo local já se mostrou favorável ao disparo de mísseis por parte dos Estados Unidos para enfrentar os radicais.

Fonte: Ansa Brasil

 

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