Após aborto, jovem diz que enterrou feto e Polícia de MG investiga

Foto: Patos Hoje

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Em Lagoa Formosa, no Triângulo Mineiro, a Polícia investiga um caso de aborto supostamente criminoso. A jovem de 29 anos disse ter enterrado o bebê, mas no local indicado pela investigada Mônica Meire de Oliveira, não havia nenhum feto enterrado. Um depósito de R$ 50 mil feito recentemente na conta dela também intriga os policiais.

As buscas pelo feto foram realizadas na manhã deste sábado, 17, mas o aborto aconteceu no dia 31 de agosto. No entanto o caso só veio à tona nesta sexta-feira, 16. Mônica Oliveira contou que sofreu um sangramento vaginal quando estava em casa e, como mora na zona rural, acabou abortando ali mesmo, com a ajuda da mãe, sem procurar um hospital.

Ela só foi à unidade de saúde à noite A justificativa é que ela seria mãe de outras três crianças e não havia como se deslocar à cidade. Em depoimento a mulher disse que, quando puxou a criança, na hora do aborto, o cordão umbilical se partiu, o que geralmente não acontece.

O médico de plantão suspeitou que ela teria induzido o aborto. Ao informar que chamaria autoridades, Mônica acabou fugindo do hospital. Como o estado de saúde dela piorou, a jovem teve que procurar atendimento médico outra vez nesta sexta, 16, quando foram acionados o Conselho Tutelar e a Polícia Militar.

Mulher seria garota de programa

As investigações apontam que Mônica Oliveira faz programa sexual e que havia um depósito recente de R$50 mil na conta bancária dela. A mulher disse que estava grávida de 2 meses apenas. Também alegou não saber que estava grávida e que, pelas atividades que exerce, não sabe quem é o pai da criança.

A ocorrência foi repassada para a Polícia Civil. Se comprovado o crime de aborto, Mônica pode ir a Júri Popular.

Com informações de Patos Hoje

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