Rio apresenta queda nos casos de homicídios dolosos em março

wallpaper_uipi_noticiasOs casos de homicídios dolosos (quando há a intenção de matar), no estado do Rio de Janeiro, apresentaram diminuição no mês de março, segundo dados divulgados hoje (15) pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). Na comparação com março do ano passado, foram registradas 510 vítimas. No mesmo mês de 2014 foram 384, o que representa uma redução de 24,7%. O ISP é um órgão vinculado à Secretaria estadual de Segurança do Rio de Janeiro responsável por publicar os dados estatísticos oficiais relativos à segurança pública.

O indicador apresentou, também, o segundo menor número de vítimas de toda a série histórica, iniciada em 1991, para o mês, deixando para trás o resultado de 2011, com 381 mortes. Outra queda significativa para o mês foi os casos de letalidade violenta (soma de homicídio doloso, latrocínio, auto de resistência e lesão corporal seguida de morte). Em março de 2015, foram 454 vítimas, o segundo menor número desde 2000.

Já os registros de homicídios em decorrência de intervenções policiais, chamados de autos de resistência cresceram no mês de março deste ano em relação ao mesmo de 2014. De acordo com os dados, eles passaram de 46, no ano passado, para 54, em 2015.

Os roubos de veículos caíram 2,8%, eles passaram 2.947 ocorrências, no passado, para 2.865 em 2015. Já os roubos a pedestres diminuíram 11,9%, saindo de 7.015 para 6.183. Os roubos a residências diminuíram de 125 para 106, uma redução de 15,2%. Os roubos a estabelecimentos comerciais tiveram uma queda de 22%, passando de 773 para 603. E os casos de estupros foram de 479 em 2014 para 439 em 2015, significando uma redução de 8,4%.

Segundo o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, a diminuição das ocorrências de crimes, principalmente homicídios dolosos, é um estímulo ao trabalho de combate à violência no estado. “A redução dos homicídios dolosos é algo que sempre nos estimula a seguir em frente, pois estamos falando do bem mais precioso, que é a vida humana”.

Fonte: EBC

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