Três remédios genéricos são aprovados para venda no País

Agência aprovou genéricos para Cabazitaxel, Ibuprofeno Arginina e Levetiracetam. (Imagem: Fábio Pozzebom/Agência Brasil)

Agência aprovou genéricos para Cabazitaxel, Ibuprofeno Arginina e Levetiracetam. (Imagem: Fábio Pozzebom/Agência Brasil)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira, 10, o registro de três remédios genéricos inéditos no Brasil. Os três novos remédios genéricos foram aprovados para o tratamento de câncer de próstata (cabazitaxel), dores leves e moderadas (ibuprofeno arginina) e crises convulsivas (levetiracetam).

A medida significa ao menos uma nova opção para os pacientes que precisam desses medicamentos. Na prática, quando um medicamento genérico inédito é aprovado, o medicamento de marca passa a ter um concorrente no mercado.

Pela lei, o remédio genérico já entra no mercado a um preço mais barato que o produto de marca. Essa redução representa um desconto de pelo menos 35% em relação ao preço máximo da tabela da Anvisa.

Conheça os três genéricos aprovados abaixo:

Genérico e seu fabricante Medicamentos de referência (significa que o genérico é uma cópia confiável deste produto) Indicação
Cabazitaxel, da empresa Eurofarma Laboratório S.A. Genérico do Jevtana Solução injetável em associação com prednisona ou prednisolona, é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático hormônio-refratário, previamente tratados com um regime contendo docetaxel.

 

Ibuprofeno Arginina, da empresa Zambon Laboratórios Farmacêuticos Ltda Genérico do Spidufen Comprimido ou granulado é indicado no alívio da dor leve ou moderada: cefaleias, nevralgias, dismenorreia, pós-cirúrgico dental e dores dentárias, musculares, traumáticas e artrite reumatoide. Febre e tratamento sintomático da gripe.
Levetiracetam, da empresa UCB Biopharma S.A Genérico do Keppra Comprimido revestido ou solução oral é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises convulsivas parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.

Portal Brasil

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