Legado de acessibilidade nas Paraolimpíadas é debatido

wallpaper_uipi_noticiasAs condições de acessibilidade das instalações esportivas do Brasil, que serão usadas pelas delegações estrangeiras no período que antecede às Paraolimpíadas Rio 2016, foi o tema principal do encontro entre os ministros do Esporte, George Hilton, e da Secretaria de Direitos Humanos (SDH/PR), Ideli Salvatti, nesta semana.

Antes das competições, é comum no treinamento de atletas de alto nível um período de aclimatação, para conhecer e adaptar o corpo às condições climáticas do país onde serão realizados os Jogos. O estudo da SDH/PR indica 102 instalações públicas de treinamento (federais, estaduais e municipais) que podem receber as adaptações.

“Nós trouxemos a localização, as condições de cada uma das unidades que podem receber equipes paraolímpicas para esse período adaptação, os custos e a relação do que está faltando para que essas mudanças sejam implementadas pela organização do evento”, explicou a ministra.

Legado

A ideia é que várias instalações de Norte a Sul do País sejam adaptadas e se incorporem ao legado dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016, para incentivo e difusão das práticas do esporte por pessoas com deficiência no Brasil.

”Os valores não são tão elevados, ou incompatíveis com o legado que os Jogos deixarão para a estrutura esportiva brasileira”, explicou Salvatti. O levantamento da Secretaria de Direitos Humanos mostra que a maioria das instalações necessita de pequenas intervenções.

A estimativa de custos para as reformas variam de R$ 90 mil a R$ 180 mil por unidade e incluem adaptações em acessos externos, vagas de estacionamento, circulação interna, sanitários, sinalização visual e balcão de atendimento acessível.

Os custos das obras seriam de cerca de R$ 15,5 milhões nas 102 instalações públicas, sendo 16 delas federais, que necessitam de R$ 2,3 milhões para reformas.

Fonte: Portal Brasil

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