Weidman revela que esperava desistência de Vitor Belfort

Chris Weidman revelou que não ficou surpreso com a desistência de Vitor Belfort da disputa do cinturão dos médios, marcada para 24 maio, no UFC 173, em Las Vegas. O campeão afirmou que já esperava a decisão do brasileiro depois do anuncio da Comissão Atlética de Nevada, que baniu as isenções para o TRT em lutas no estado. O norte-americano demonstrou empolgação para enfrentar o novo desafiante, Lyoto Machida.

“Não posso dizer que fiquei totalmente surpreso com a saída de Vitor Belfort da luta. Quando vi que a Comissão Atlética de Nevada baniu o TRT de suas lutas, imaginei que algo fosse acontecer, mas não achei que fosse ser assim tão rápido. De qualquer maneira, a mudança aconteceu, e acho que foi bom que tivesse acontecido. Acredito que a nova luta, contra Lyoto Machida, será mais empolgante para mim”, comentou Weidman, ao Combate.

Crítico declarado dos lutadores que utilizam o tratamento de reposição de testosterona, Chris Weidman diz que uma eventual vitória sobre Vitor Belfort teria uma significado especial. O ‘All American’ acredita que o resultado seria um recado claro aos atletas que tentam trapacear, seja com TRT ou outras substâncias.

“Lutas contra Vitor Belfort teria um significado diferente, porque eu queria vencê-lo para mandar uma mensagem clara, de que não é preciso usar nada que lhe dê uma vantagem para vencer. Mas ele está fora da luta, e eu não acho certo bater em quem está caído”, afirmou.

Weidman fez questão de mostrar total apoio à Comissão de Nevada pelo banimento de isenções para TRT. O campeão dos médios acredita que a medida como uma grande iniciativa no combate ao doping no MMA, mas teme que alguns lutadores tentem burlar as novas regras.

“Acho que sempre haverá quem tente burlar as regras e levar vantagem sobre os demais. O banimento do TRT em Nevada foi um ótimo primeiro passo, e é importante que se tome novas e melhores atitudes no sentido de limpar o esporte. Não sou ingênuo de achar que o uso de substâncias proibidas irá acabar, mas é preciso combatê-lo sempre”, concluiu.

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