Scolari: “É muito difícil bater o México”

FIFAO sorteio dos grupos da Copa do Mundo da FIFA 2014 foi realizado na tarde desta sexta-feira. O evento promovido na Costa do Sauípe colocou a Seleção Brasileira ao lado de México, Camarões, e Croácia, rival do jogo de abertura do torneio, marcado para as 17 horas (de Brasília) do dia 12 de junho, no Itaquerão. Confira todas as reações.

A segunda partida do time comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari na Copa do Mundo será diante do México, no dia 17 de junho, em Fortaleza. No encerramento da primeira fase, o Brasil enfrenta Camarões, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, no dia 23 de junho. Coincidentemente, o país africano caiu no mesmo grupo da Seleção no Mundial de 1994.

Logo após o sorteio, Felipão mostrou estar atento aos rivais e colocou o México como o principal desafio da equipe em busca do hexacampeonato. “A Croácia joga um futebol bem armado, com a bola bem trabalhada. É sua sexta Copa do Mundo, e eles sempre têm jogadores em grandes clubes europeus.

Camarões já aprontou em outras épocas contra grandes seleçoes, é um adversário que a gente tem que ficar muito atento”, destacou “E o México é nosso adversário tradicional. A gente encontra sempre algumas dificuldades a mais quando joga com o México. É muito difícil para nós bater o México. Já é um clássico que vem sendo disputado há muito tempo.”

O treinador também tratou de conter qualquer euforia e preferiu se concentrar exclusivamente no que vem por aí na fase de grupos. “Não me preocupo com a segunda fase.

Quem se preocupa com a segunda fase esquece da primeira. Nossos jogadores vão trabalhar pensando na primeira fase”, completou o treinador, que aproveitou para comentar a chave mais forte da Copa. “Inglaterra, Itália, Uruguai, este é o grupo mais difícil, e a gente não caiu com eles!”

Rivais confiantes

Confiança não foi um sentimento exclusivo de Felipão. Novo técnico da Croácia, Niko Kovac – que aliás, era o capitão de sua equipe em 2006, quando as duas seleções também se enfrentaram no primeiro jogo na Alemanha -, comentou sobre os desafios de assumir o país na repescagem e que o espera no Mundial.

“É um grande prazer para um país pequeno como o nosso jogar contra o anfitrião e, para mim, o favorito ao titulo da Copa. O mundo inteiro vai estar olhando. Vamos ver o que vai acontecer”, explicou. “Tivemos pouco tempo antes do jogo contra a Islândia. Temos meio ano pela frente para criar um estilo de jogo até a Copa do Mundo. É tempo suficiente para desenvolver o time. Acho que o grupo é difícil. México e Camarões têm bons times.”

Já Volker Finke, um dos quatro treinadores alemães no Brasil 2014, apontou a Seleção como favorita da chave e preferiu colocar os duelos contra Croácia e México como os mais importantes para Camarões. “É algo muito emotivo. Uma Copa do Mundo no Brasil, no continente do futebol. Para times africanos, um jogo contra o Brasil não é um jogo normal. É um jogo com muita emoção, por isso que é muito atraente, muito difícil”, analisou.

“Temos que olhar para Croácia e México para passar para a segunda fase. Não é o Brasil que a gente precisa vencer. Será interessante. Será o último jogo do grupo, e talvez o Brasil já esteja classificado.”

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