Ao sair de Uberlândia atrás de emprego, jovem viveu escravidão sexual

Escravidão sexualSem conseguir se encaixar em uma vaga de emprego em Uberlândia, um jovem de 20 anos saiu da cidade a procura de inserção no mercado de trabalho, mas acabou vivendo o pior dos seus pesadelos.

Ao procurar oportunidades via internet, o rapaz encontrou o que parecia ser, não muito promissor, mas ideal. A partir de uma proposta pelo facebook, o rapaz e um amigo resolveram se mudar para Catalão-GO. As vagas eram para trabalhar em uma granja recebendo um salário mínimo e, de 15 em 15 dias, poderiam vir para Uberlândia visitar os parentes.

O rapaz que gravou entrevista conosco relatou o drama vivido:

“Chegando lá não era nada do que pensamos. Simplesmente fomos obrigados a nos prostituir e repassar drogas em um posto de combustíveis. Eles recolheram nossos documentos e telefones celulares, nos mantiveram trancados em um quarto e uma mulher saiu para comprar roupas e até perucas, que usaríamos para nos prostituir no posto.”

Os amigos trabalhavam de 20h até as 5h da manhã. Caso não conseguissem no mínimo R$ 10 na noite, no outro dia não almoçavam e eram obrigados a arrumar a casa, fazer almoço, lavar roupas e até mesmo fazer sexo com a cafetina, com o marido dela e a namorada, da forma que ela exigisse. Além de tudo isso eles ainda apanhavam.

As relações sexuais tinham que ser sem preservativo. Durante o sexo em grupo, os rapazes eram muito machucados na região anal, com objetos eróticos.

O rapaz conseguiu fugir recentemente quando foi liberado para vir ao dentista em Uberlândia. Mesmo acompanhado por dois travestis, uma funcionária do consultório ouviu sua história e o ajudou a escapar.

Agora, o jovem diz que é ameaçado o tempo todo, bem como sua família.

O caso foi repassado à Polícia Civil e eles só esperam que os criminosos sejam punidos.

3 respostas a Ao sair de Uberlândia atrás de emprego, jovem viveu escravidão sexual

  1. gutierry disse:

    Não sei se rio ou se choro. História muito comovente, chorando aqui (huebr). Mas fiquei com uma dúvida: “Eram obrigados até mesmo a fazer sexo com a cafetina, com o marido dela e a namorada”.

    A namorada de quem? ehuhehehue

  2. bruno disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Giselle disse:

    Coitado desse rapaz,história comovente…Eu sempre acho que esses travestis são mais perigosos do que a gente imagina.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *