Suspeito de matar ex-genro na porta da igreja se entrega

Bruno Weverson foi vítima de homicídio e o ex-sogro se entregou nes

Bruno foi vítima de homicídio e o ex-sogro se entregou e confessou o crime

A Polícia Civil concluiu mais um caso de assassinato em Uberlândia. Entregou-se na delegacia de homicídios na última terça-feira (2), acompanhado de advogado de defesa, Eurípedes Divino de Souza, de 50 anos. Ele é ex-sogro de Bruno Weverson da Silva, de 24 anos, morto no dia 27 de junho na porta de uma igreja, na Rua Nego Amâncio, bairro Jardim Patrícia, com cinco tiros.

A vítima estava dentro de seu carro quando foi assassinada. Segundo apurado pela Polícia Militar no dia do crime, Bruno e Eurípedes tiveram uma discussão momentos antes do homicídio. Bruno era casado com a filha do suspeito e estaria fazendo ameaças à ex por telefone, segundo a PM.

Nesta quarta-feira (3) o delegado de homicídios Bernardo Pena Salles informou à nossa reportagem que a equipe de investigação trabalhava no caso à procura de Souza, mas o suspeito se apresentou espontaneamente na tarde do dia 2, sete dias após o crime.

Interrogado, Eurípedes Souza disse que na data do fato, Bruno teria ameaçado a família dele de morte, inclusive teria feito uma ligação para a ex-mulher, filha do suposto autor. À noite, Silva foi até a casa do ex-sogro, onde houve uma luta corporal entre os dois. Na versão do homem, ele teria tomado a arma que a vítima tinha ido buscar dentro do carro e atirado contra ela.

“O autor confessa a autoria delitiva, então agora a gente trabalha no sentido de melhor determinar a motivação delitiva. Para isso nós ainda vamos ouvir a filha do autor, que possui um filho com a vítima, bem como familiares da vítima.”

Eurípedes tem uma passagem em 2007 por estelionato em Pirapora. Após ser ouvido, ele foi liberado para responder o crime em liberdade. O inquérito será encaminhado à justiça após ouvir as versões da filha do autor e também a família da vítima.

4 respostas a Suspeito de matar ex-genro na porta da igreja se entrega

  1. Gleyson disse:

    Você vê que nenhum é flor que se cheire. Todos tem passagem.

  2. Flávia disse:

    Posso atribuir essas tragédias a criação que cada uma dá aos seus filhos. A vida perdeu o valor. Ninguém respeita mais ninguém.

  3. Flávia disse:

    Na minha época sogra e sogro estavam em lugar de pais e genros em lugar de filhos, na minha época valia o amor, a honestidade, o respeito, o companheirismo, … na minha época valia o que se falava, respeitava-se leis, … na minha época observávamos as companhias.

  4. Flávia disse:

    Hoje em dia, vale o trambique, vale até tiro no peito, … estou desanimada desse mundo.

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