Confira estatísticas de homicídios do primeiro semestre em Uberlândia

A Polícia Militar (PM) de Uberlândia atualizou os números das mortes violentas registradas no primeiro semestre de 2016 na cidade e traçou um comparativo com o ano anterior.

Pela contagem da TV Vitoriosa, o número de homicídios foi de 60 casos. Os números da emissora não batem com os dados das polícias Civil e Militar. Uma das explicações é a seguinte: se uma vítima de tentativa de homicídio for encaminhada para uma unidade de saúde e morrer lá não entra nos dados das polícias, mas entra na estatística da TV Vitoriosa. Outra divergência envolve os casos de latrocínio, que entram na nossa contagem e não são contabilizados pela polícia.

De acordo com dados da Polícia Militar, de janeiro a junho aconteceram 43 homicídios na cidade. No mesmo período do ano passado foram 51 casos. São oito a menos nesse ano, ou seja, uma redução de 15,65%. Para o Major Júlio César, a redução é devida ao trabalho de repressão e prevenção a mortes violentas.

A patrulha de prevenção a homicídios, o pph, atua no intuito de evitar que novos casos de mortes violentas aconteçam. Ainda de acordo com PM, no primeiro semestre de 2014 foram registrados 64 homicídios.

dor de desespero para dezenas de famílias. vários casos de assassinatos foram registrados nos primeiros seis meses deste ano em uberlândia.

 

 

Para a Polícia Civil são 54 homicídios nos seis primeiros meses deste ano. O delegado de homicídios Vitor Adriano também explicou a divergência da PC com a PM. “Um corpo localizado, cuja origem da morte é desconhecida, a polícia militar registra como corpo encontrado. Cabe à PC investigar e, se identificar como morte violenta, entra na contagem de homicídios.

 

O envolvimento com o mundo das drogas pode ser a principal causa de assassinatos. quase 80% dos casos por ser por acerto de contas. Mais de 60% dos casos de homicídios em Uberlândia são elucidados.

Ainda segundo o delegado, o percentual de elucidações em Uberlândia é muito superior aos do estado e do país. Em Minas Gerais é de 8% e no Brasil esse dado é de 2%.

Informações de Fernando Souza

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