Projetos polêmicos movimentam sessões extraordinárias na Câmara de Uberlândia

A ideia dos vereadores na última quinta-feira (17) em Uberlândia  era votar os quatro projetos enviados pelo prefeito Gilmar Machado para a Câmara, mas por conta de uma série de emendas e discussões, três deles foram apreciados pelo legislativo. A Empresa Municipal de Apoio e Manutenção – a EMAM, foi autorizada a receber materiais vindos da própria prefeitura, e a procuradoria do município agora é responsável pelos processos administrativos dos servidores da prefeitura, mas para que o reajuste de 10% dos servidores fosse aprovado, houve muita discussão, Wilson Pinheiro apresentou uma emenda que pedia que o aumento fosse retroativo ao mês de janeiro.

A emenda não foi aceita, e segundo o líder da câmara se o contrário acontecesse, o município teria problemas para fazer o pagamento, por uma questão de caixa, por outro lado, por sugestão de uma das comissões foi instituído que o abono a ser pago por causa da não retroação seja computado no cálculo das férias e 13º salário dos servidores.

A promessa, nesta sexta-feira (18) era de mais um dia agitado na câmara, pois no projeto que envolve as escolas municipais existiam duas emendas a serem apreciadas, da mesma forma que se instituída a nova atividade da casa, cargos com salários entre 3 mil e quase 10 mil e 500 reais podem causar um impacto de quase 200 mil reais ao orçamento do legislativo.

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