História de amor doentio e traição termina em morte

Jovem de 25 anos foi assassinada a tiros e o principal suspeito é o ex-marido

A história de um triângulo amoroso que rendeu agressões, incêndio de veículo e disparo de arma de fogo em Patos de Minas terminou na manhã desta segunda-feira (27) com a morte da mulher que se tornou alvo de disputa entre dois homens, o ex-marido e o amante.

Andressa Carolina Gonçalves, de 25 anos foi morta a tiros no bairro Vila Garcia e o principal suspeito, de acordo com a Polícia Militar, é o ex-marido, Olioni dos Santos Soares, de 31 anos. De acordo com testemunhas, ele atirou várias vezes nela e fugiu em seguida.

A auxiliar de escritório caminhava pela rua Ubá, indo para o trabalho por volta de 8h da manhã, quando o ex-marido se aproximou em uma motocicleta. Andressa correu para o Beco Pedro Nogueira, mas foi seguida pelo homem. Vizinhos disseram ter ouvido quando ela gritou “não faça isso”.

A jovem foi atingida duas vezes no peito, na mão e no queixo e morreu ali mesmo, antes da chegada do socorro. Oliani subiu na motocicleta e fugiu. De acordo com informações da Polícia Militar, o acusado passou em casa, no bairro Céu Azul, pegou alguns pertences e desapareceu. Rastreamentos estão sendo feitos na tentativa de localizar o autor.

A história de Oliani e Andressa se tornou pública na noite do dia 30 de agosto do ano passado. Ele chegou em casa e flagrou a mulher com Gleuton Ribeiro da Silva, de 45 anos. Revoltado, o homem agrediu a esposa e ateou fogo no carro do amante. Alguns dias depois, Gleuton atirou em Oliani e acabou sendo preso.

Na terça-feira passada, Andressa oficializou a separação de Oliani, para viver livremente com outra pessoa. Na sexta-feira (24) ela recebeu ameaças do ex-marido. Ele descobriu que ela estava visitando Gleuton no presídio e ficou revoltado. “Se você não ficar comigo, não fica com mais ninguém”, teria dito Oliani.

Na manhã desta segunda-feira, o homem confirmou as ameaças. Cego de ciúmes, ele se armou de revólver e pôs fim a história de amor e traição.

Patos Hoje/Maurício Rocha

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