Dependentes químicos lutam para receber auxílio-doença

Para muitas pessoas conseguir o benefício é um drama

Para muitas pessoas conseguir o benefício é um drama

Apesar de assegurado por lei, o beneficio a auxílio doença para pessoas em tratamento médico contra dependência química nem sempre é concedido. Se a pessoa em tratamento tiver carteira assinada, o benefício é mais fácil de ser concedido.  Para outras pessoas, o caso vira um drama.

Eleusa Marília Ribeiro tem um filho de 22 anos que é dependente químico. Atualmente ele está internado em uma clínica em Miguelópolis (SP). O jovem já teve direito ao auxílio-doença por três vezes, mas o benefício foi suspenso.

“A primeira internação dele, ele ficou sete meses e recebeu dois meses de auxílio-doença. A segunda internação, ele ficou nove meses e recebeu dois meses e poucos dias de auxílio-doença. E agora, nessa última internação dele, ele já está internado há seis meses. Ele recebeu novamente dois meses de auxílio-doença. Eu pedi a prorrogação do prazo e não foi atendido”, explica a mãe.

A mulher disse que já gastou mais de R$ 35 mil reais no tratamento do filho. Por mês só com a clínica são R$ 1,2 mil, mais cesta básica. O benefício, portanto, auxiliaria no tratamento do filho. E várias pessoas passam pelo mesmo problema.

O advogado José Rodrigues Queiroz explica que a família deve entrar com um processo para pedir a reativação do benefício. Depois disso será marcada a perícia judicial com um médico nomeado pelo juiz. Um processo como este pode levar de seis meses a dois anos. Caso a pessoa tenha direito, pode receber retroativo desde quando benefício foi negado.

Para requerer o auxílio-doença em casos de dependentes químicos é necessário apresentar laudo médico que comprove a incapacidade. O benefício é calculado de acordo com a contribuição da pessoa. Se não tiver recolhimento, tem direito a um benefício assistencial no valor de um salário mínimo.

Em 2011 foram concedidas 31.721 licenças por mais de 15 dias para dependente em álcool, maconha, cocaína e anfetamina. Em 2007 foram 27.517. Em janeiro deste ano, o número já chegou a 2.506 afastamentos, o que representa aumento de 15% nos casos.

5 respostas a Dependentes químicos lutam para receber auxílio-doença

  1. carlos disse:

    eu acho que ser bom pois os drogados poderam cheirar com o dinheiro deles

  2. JASANI LOPES disse:

    meu marido nao tem carteita assinada,ele e dependente quimico do crack.ele sofrer um acidente ,ele tomou 5 tiro hoje ele se encontra no hospital fez um cirugia pra retira as bala que se encontrava no corpo dele,tirou pelomenos as 4 bala so ficou um alojada no coelho mas nao pode tira que esta perto de um veia,tem que espera o corpo rejeita.agora ele nao pode anda por tempos enderteminado si nao perde a perna.neste caso ele tem direito o beneficio de depente quimico,neste caso ele nao pode ir a um clinica que tem que ter cuidados rigidos nao pode por o pe no chao so pode mobiliza o lado esquerdo pe eo braço,porque o lado esquerdo dela esta condenado a perna e o braco ate a mão enfachada..atenciosamente jasani aguardo resposta…………..

  3. adenilton disse:

    na onde devo i para receber o o auxilio quimico e quais os documentos que eu tenho que levar

  4. adenilton disse:

    na onde devo i para receber o o auxilio quimico e quais os documentos que eu devo levar ?

  5. Emerson disse:

    Em resposta do Carlos, seja mais humano, a dependencia quimica é uma doença que impacta principalemtne na pamilia, nao é o drogado que recebera o dinheiro e sim a familia, vc fala isto porque ainda nao aconteceu com vc.

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