Juros do Minha Casa Minha Vida não serão alterados

Imagem: divulgação

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A Caixa Econômica Federal não vai alterar os juros dos financiamentos do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) nem dos empréstimos feitos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), informou o diretor de Habitação do banco, Teotonio Costa Rezende.

“Na habitação social, que é o foco do governo, não mudou nada”, garantiu o diretor de Habitação.

Na prática, os mutuários com renda familiar de até R$ 5.400 não sofrerão impactos nos seus financiamentos, pois os juros serão mantidos na faixa dos 4,5% ao ano a 7,16% anuais.

O diretor lembrou que, mesmo com o MCMV 3 ainda aguardando sinal verde para início, novas 350 mil unidades habitacionais no primeiro semestre de 2015 manterão o ritmo do programa. Elas  fazem parte das 3 milhões de unidades previstas. “Não haverá descontinuidade enquanto não inicia a Fase 3 do Programa Minha Casa Minha Vida”, completou Teotonio Rezende.

Pequenas e médias construtoras

Na avaliação do diretor de Habitação, o Minha Casa Minha Vida deverá ser impulsionado ainda mais a partir deste ano, com a entrada de pequenas e médias incorporadoras na produção das unidades, para o governo cumprir com a fase 3 do programa.

“A médio prazo, o aumento da oferta de imóveis irá reduzir a velocidade de correção dos preços das unidades habitacionais. Haverá também maior oferta de moradias nas cidades de menor porte, onde as grandes construtoras não têm interesse de produzir”, explica Rezende.

A pesquisa “Quesitos Especiais da Sondagem da Construção”, realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em dezembro de 2014, identificou confiança dos empresários na continuidade do Minha Casa Minha Vida.

Conforme a pesquisa, dos 698 empresários da construção entrevistados, 29% estavam envolvido nos projetos do programa habitacional de baixa renda.

Destes grupos empresariais, 51% apostaram em melhoria no volume de obras habitacionais ao longo deste ano e 46,5% previram estabilidade nos negócios. Em relação à mão de obra empregada, 81,4% dos empresários previram estabilidade e 18,6% no aumento na contratação dos trabalhadores.

Fonte: Portal Brasil

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